Conflitos internos
Quando pensamentos, afetos, medos ou angústias tornam difícil compreender o que está acontecendo dentro de você e como responder a isso.
Psicoterapia para adultos que desejam compreender com mais clareza seus conflitos, afetos e escolhas — e assumir com mais liberdade e responsabilidade a direção da própria vida.
É possível continuar trabalhando, cuidando da família, cumprindo responsabilidades e levando a vida adiante — enquanto algumas questões permanecem sem uma resposta clara.
Há momentos em que o sofrimento pede compreensão. Em outros, o que está em jogo é uma decisão, um relacionamento, uma repetição ou a dificuldade de reconhecer qual direção assumir diante da realidade.
A psicoterapia pode ajudar a compreender sua história e seus afetos sem reduzir você a eles — ampliando as condições para perceber melhor o que está acontecendo e como você deseja responder a isso.
Compreender o que sentimos importa.
Aprender o que fazer diante disso também.
Quando pensamentos, afetos, medos ou angústias tornam difícil compreender o que está acontecendo dentro de você e como responder a isso.
Quando permanecer, afastar-se, reparar, estabelecer limites ou compreender o outro se torna uma questão difícil.
Quando uma escolha envolve consequências reais e respostas rápidas já não parecem suficientes para decidir com clareza.
Quando você reconhece certos padrões na própria história, mas percebe que compreendê-los ainda não foi suficiente para agir de outra maneira.
Cada pessoa traz consigo uma história, afetos, conflitos e experiências que precisam ser levados a sério. Mas ninguém se resume ao que viveu, ao que sente ou às dificuldades que enfrenta.
O trabalho clínico também considera a maneira como você percebe a realidade, estabelece vínculos, desenvolve hábitos, faz escolhas e responde às circunstâncias concretas da própria vida.
Sua história importa, assim como seus afetos e experiências. Mas compreender uma pessoa exige olhar também para sua razão, sua vontade, seus vínculos, hábitos, escolhas e possibilidades.
Nem tudo o que sentimos precisa ser imediatamente seguido, combatido ou transformado em decisão. A psicoterapia pode ajudar a distinguir sentimentos, fatos, interpretações, desejos e consequências.
O objetivo não é decidir por você. É ampliar sua capacidade de compreender o que está em jogo para que suas escolhas possam ser feitas com mais liberdade, responsabilidade e consciência de suas consequências.
Psicoterapia não é alguém dizendo qual caminho você deve seguir. É um trabalho para que você possa enxergar melhor a realidade diante da qual precisa escolher.
Aquilo que sentimos faz parte da maneira como experimentamos a realidade e precisa ser levado a sério. Mas a pessoa humana não se reduz aos próprios afetos.
Entre sentir alguma coisa e decidir como agir diante disso, existe a possibilidade de compreender, avaliar e escolher.
Medo, tristeza, raiva, desejo, angústia e entusiasmo comunicam algo sobre nossa experiência. Reconhecer e compreender esses afetos é parte importante do trabalho clínico.
Também somos capazes de examinar aquilo que sentimos, distinguir fatos de interpretações, considerar circunstâncias e refletir sobre as consequências das nossas escolhas.
Liberdade não é simplesmente ausência de limites ou possibilidade de fazer tudo aquilo que desejamos. Ela também envolve desenvolver condições interiores para responder à realidade de maneira menos automática.
Entre aquilo que sentimos e aquilo que fazemos existe um espaço decisivo: a possibilidade de compreender e escolher.
Conhecer a própria história pode ajudar a compreender por que determinados medos, conflitos, vínculos ou formas de reagir se tornaram tão presentes.
Mas compreender de onde algo veio não significa concluir que continuará sendo assim.
O passado participa daquilo que somos. Não precisa decidir sozinho aquilo que podemos nos tornar.
Experiências anteriores ajudam a formar expectativas, modos de se relacionar, defesas, hábitos e maneiras particulares de interpretar aquilo que acontece.
Algumas situações parecem mudar de cenário, mas preservam conflitos semelhantes. Reconhecer essas repetições pode revelar algo importante sobre a forma como você tem respondido à vida.
A compreensão se torna mais significativa quando também amplia a possibilidade de agir com maior consciência, desenvolver novos hábitos e escolher respostas menos automáticas.
Há aspectos da nossa história que não podem ser modificados. Mas a maneira como nos posicionamos diante deles ainda pode fazer parte daquilo que está em construção.
Mas pode ajudá-lo a enxergar melhor antes de decidir.
Algumas escolhas envolvem vínculos, compromissos, consequências e pessoas que não desaparecem simplesmente porque estamos diante de uma situação difícil.
Nem toda questão importante pode ser respondida com “faça o que sente” ou “faça o que te faz bem”.
Há situações em que se afastar pode ser necessário. Em outras, permanecer, conversar, reparar ou atravessar uma dificuldade também pode fazer parte de uma decisão madura.
Nem toda persistência é virtude e nem toda renúncia é fracasso. Compreender o que uma situação realmente exige pode ser mais importante do que procurar uma resposta confortável.
Algumas relações pedem paciência e reparação. Outras exigem limites claros. A dificuldade está justamente em distinguir uma coisa da outra sem transformar toda experiência desconfortável na mesma resposta.
O terapeuta não deveria substituir sua decisão por uma opinião pessoal.
O trabalho clínico pode ajudá-lo a compreender melhor o que está acontecendo, o que está em jogo e quais consequências uma escolha pode produzir.
Liberdade não significa escolher sem limites ou consequências. Significa também poder responder pelas escolhas que fazemos.
Fernanda Elias Pires é psicóloga formada pela Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande/MS, e atua há 20 anos na clínica com adultos.
Sua trajetória profissional foi marcada por uma formação extensa em Psicanálise, iniciada em 2003 e desenvolvida ao longo de mais de duas décadas pela Escola Brasileira de Psicanálise e, posteriormente, pelo Instituto Sephora de Ensino e Pesquisa de Orientação Lacaniana — Isepol.
Atualmente, dedica-se também ao estudo da psicologia aristotélico-tomista, aprofundando questões relacionadas à compreensão da pessoa humana, dos afetos, da inteligência, da vontade, dos hábitos, da liberdade e das escolhas.
Sua prática clínica é orientada por estudo contínuo, atenção à singularidade de cada pessoa e responsabilidade diante da complexidade das questões que chegam ao consultório.
Experiência clínica não elimina a necessidade de continuar estudando. Ao contrário: torna ainda mais importante revisar perguntas, aprofundar fundamentos e reconhecer os limites do próprio olhar.
Durante muitos anos, a Psicanálise ocupou um lugar central na formação e na prática clínica de Fernanda.
Com o tempo, porém, algumas perguntas passaram a exigir uma investigação mais ampla sobre a pessoa humana, sua liberdade e a maneira como constrói a própria vida.
A Psicanálise aprofundou sua atenção à história, à singularidade, aos conflitos e àquilo que nem sempre é imediatamente evidente na experiência de uma pessoa.
Esse percurso não precisa ser negado para que novas perguntas possam surgir.
A experiência clínica começou a trazer questões que iam além da origem dos conflitos ou da compreensão das repetições.
O que é uma pessoa?
O que significa ser livre?
Como afetos, inteligência, vontade e hábitos participam das escolhas?
O que uma pessoa pode se tornar?
Essas perguntas aproximaram Fernanda do estudo da psicologia aristotélico-tomista e de uma compreensão que considera, de maneira integrada, afetos, inteligência, vontade, hábitos, vínculos, liberdade e responsabilidade.
A mudança não está em deixar de reconhecer a subjetividade. Está em não fazer dela a única medida para compreender uma pessoa e suas escolhas.
Não se trata de substituir uma teoria por outra e reescrever vinte anos de trajetória.
Trata-se de reconhecer o que permanece, questionar o que já não parece suficiente e ampliar a compreensão da pessoa humana.Mudar o olhar não exige apagar a própria história. Algumas coisas permanecem. A compreensão é que se amplia.
Durante muitos anos, o divã representou uma forma de compreender o sofrimento humano, uma formação à qual Fernanda se dedicou profundamente e uma parte importante da profissional que se tornou.
Hoje, seu olhar mudou. Mas mudar não significa precisar apagar aquilo que fez parte do caminho.
A atenção à singularidade de cada pessoa.
A importância de compreender a própria história.
A investigação cuidadosa dos conflitos e repetições.
A seriedade do trabalho clínico.
A disposição para escutar antes de concluir.
Afetos compreendidos em relação à inteligência e à vontade.
Hábitos e escolhas como parte do amadurecimento.
Liberdade compreendida junto à responsabilidade.
Os vínculos e compromissos concretos da vida.
A realidade como referência para compreender e escolher.
Talvez o divã fique. Não mais como símbolo de fidelidade a uma teoria, mas como lembrança de um caminho que também trouxe Fernanda até aqui.
Não é necessário chegar à primeira sessão sabendo explicar perfeitamente aquilo que está acontecendo.
O processo começa pela escuta e pela compreensão do momento que você está vivendo e se desenvolve, ao longo dos encontros, a partir das questões que vão se tornando mais claras.
A primeira sessão é um espaço para apresentar aquilo que motivou sua procura, compreender o momento que você está atravessando e conhecer a forma de trabalho da profissional.
Afetos, conflitos, vínculos, acontecimentos, hábitos e escolhas começam a ser examinados com mais cuidado, considerando tanto sua história quanto as circunstâncias concretas da sua vida.
Algumas questões exigem tempo. O trabalho se aprofunda conforme novas compreensões surgem e se torna possível reconhecer repetições, conflitos e possibilidades de responder de outra maneira.
A frequência e a continuidade dos encontros são conversadas de acordo com o processo clínico e com as necessidades de cada pessoa.
Psicoterapia não é uma sequência de respostas prontas para eliminar rapidamente tudo aquilo que incomoda.
É um trabalho de compreensão que pode ampliar sua capacidade de perceber, escolher e se posicionar diante da própria vida.Entre em contato para receber informações sobre o atendimento particular e consultar a disponibilidade de horários.
Conversar sobre o atendimento →O atendimento é particular e destinado a adultos. As sessões podem acontecer presencialmente em Campo Grande/MS ou online, de acordo com a localização e a possibilidade de cada pessoa.
As sessões presenciais acontecem em consultório particular em Campo Grande/MS, em um ambiente reservado e preparado para preservar a privacidade necessária ao atendimento clínico.
O atendimento online permite realizar as sessões à distância, inclusive para quem não reside em Campo Grande, mantendo a continuidade e a privacidade necessárias ao processo clínico.
Entre em contato para consultar os horários disponíveis para atendimento presencial ou online.
Algumas dúvidas são práticas. Outras dizem respeito ao que se pode esperar de um processo de psicoterapia e ao papel do terapeuta ao longo desse trabalho.
Nem sempre é necessário saber exatamente o que dizer ou ter uma explicação pronta antes da primeira sessão.
O atendimento é destinado a adultos que desejam compreender com mais clareza conflitos, afetos, relacionamentos, escolhas e situações que se repetem em sua vida.
Não é necessário chegar à psicoterapia sabendo exatamente qual é o problema ou tendo uma explicação pronta sobre aquilo que está acontecendo. O próprio processo pode ajudar a formular melhor a questão.
Não. Algumas pessoas procuram atendimento em momentos de sofrimento intenso. Outras chegam diante de conflitos persistentes, decisões importantes, dificuldades nos relacionamentos ou situações que percebem estar se repetindo.
A procura por psicoterapia não precisa acontecer apenas quando a vida se torna insustentável.
Não. O papel da psicoterapia não é substituir suas decisões pela opinião do terapeuta.
O trabalho clínico busca ampliar a compreensão daquilo que está em jogo — seus afetos, sua história, seus vínculos, as circunstâncias concretas e as possíveis consequências de uma escolha — para que você possa se posicionar com maior clareza e responsabilidade.
Não. A história de cada pessoa é importante para compreender conflitos, vínculos, afetos e formas de responder à vida.
Mas o trabalho clínico não termina na investigação do passado. Também considera aquilo que acontece no presente, os hábitos que foram sendo construídos, as circunstâncias concretas, as escolhas e as possibilidades que ainda estão diante de você.
A primeira sessão é um espaço para apresentar aquilo que motivou sua procura, compreender o momento que você está atravessando e conhecer a forma de trabalho da profissional.
Não é necessário chegar sabendo exatamente como explicar tudo o que está acontecendo.
A frequência dos encontros é definida de acordo com o processo clínico e com as necessidades de cada pessoa.
Essa questão, assim como outras condições do atendimento, pode ser conversada diretamente com Fernanda.
Sim. O atendimento com Fernanda Elias Pires é particular.
Informações sobre valores, disponibilidade de horários e demais condições podem ser solicitadas diretamente pelo WhatsApp.
O primeiro passo é entrar em contato para consultar a disponibilidade de horários e receber as informações sobre o atendimento.
A partir disso, é possível agendar a primeira sessão, presencialmente em Campo Grande/MS ou online.
Escolher como responder a isso também.
Se você está diante de conflitos, escolhas, relacionamentos ou questões que continuam exigindo compreensão, o próximo passo pode ser verificar a disponibilidade de horários e agendar uma primeira sessão.
Conversar sobre o atendimento →